9 de março de 2011

Agradecimento

Sinto necessidade de expressar aqui o meu enorme agradecimento a certas pessoas que são muito importantes na minha vida.

Começando pelos meus avós, queria agradecer-lhes tudo o que fizeram por nós nestes últimos 5 meses e uns dias. Foram incansáveis, acolhendo-nos como mais que seus filhos. Não há palavras para descrever o quão agradecidos estamos por este gesto.

À minha sogra que tanto nos ajuda e tem ajudado (a todos os níveis) para todo este nosso "sonho" se tornasse realidade. 

À minha mãe e à minha irmã Mafalda pela ajuda prestada com as arrumações e limpezas.

Ao meu querido marido, que tanto amo, que tudo fez para que hoje eu pudesse estar aqui. A todo o seu esforço, dedicação, amor e carinho.

A todos aqueles que aqui não enumerei, mas que de uma forma ou de outra mostraram a sua preocupação e ofereceram a sua disponibilidade. 

A todos um muito muito muito obrigado.

7 de março de 2011

Mais alguma coisa?

Gasolina e gasóleo sobem para preços recorde - "Os portugueses nunca pagaram tanto por um litro de gasolina e de gasóleo."

Tarifa da luz e do gás dispara com escalada do petróleo - "Os consumidores vão começar a sentir na factura o impacto da subida do crude."

É tudo muito animador...

5 de março de 2011

Realmente nós mulheres somos totalmente diferentes dos homens.

Como já devem ter percebido a minha casa está caótica e o J. nasce para a semana.

Esta noite adormeci a pensar na maternidade, acordei às 5h a pensar na casa, voltei a adormecer e desde as 7h que estou levantada.

Estou aqui num estado enérgico que leva os meus pensamentos para a casa ou para a maternidade. Estou a pensar onde e como é que vou arrumar as nossas coisas, o que fica melhor aqui e acolá (disposição do pouco mobiliário que temos), o que fica melhor em cada gaveta, prateleira, etc.

Depois os meus pensamentos levam-me até ao quarto de partos, ao internamento (quartos com 6 a 8 camas), ás visitas, ao meu filho (como será, se está bem, o receio do primeiro banho), se a mala da maternidade já tem tudo o que preciso (cheguei à conclusão que faltam pequenas coisas como lenços de papel, uma mantinha para o J., o carregador do telemóvel).

São tudo coisas que não me deixam dormir pois vejo que ainda há tanto para fazer e o J. quase a nascer.

Pois o meu querido marido, acordou quando me voltei a deitar às 5h, levantou-se comigo às 7h e voltou para a cama…continua a dormir que nem um anjo. Realmente parece que não há nada para fazer!

Sei que está cansado e que quando se levantar vai ter muito para limpar e arrumar… mas faz-me um bocadinho de confusão todo este relax.

Será stress de mãe?

4 de março de 2011

Querida familia e amigos,
Ontem fui fazer um CTG e tive uma consulta. Está tudo bem.
O J. ainda não quer nascer (pois obrigada, sabe que os pais ainda não têm as coisas preparadas para o receber...), no entanto, o médico disse-nos que a probabilidade de este ser o nosso último fim-de-semana a dois é muito muito grande.
Volto ao médico na 4ªFeira, por isso, a partir daí é para ficar em "alerta vermelho".
O J. está quase a vir-nos fazer companhia!

1 de março de 2011

Casinha

- No fim-de-semana fizemos as grandes mudanças

- Depois de 3 tentativas hoje lá montaram o roupeiro do J.

- 5ªFeira vão ser terminados todos os detalhes que faltam (retocar uma ou outra parede, colocação do estendal, do resguardo do poliban, etc, etc)

- 6ªFeira vão entregar a nossa cama e o colchão.

- Ainda na 6ª Feira vai ser dia de grandes limpezas

- Sábado ou domingo espero mesmo que nos mudemos para lá.

Preciso mesmo de preparar o quartinho do meu piolho que não tarda e está aí :)

Está tudo quase quase quase!

Bases de Dados

Se há coisa que me irrita são as empresas venderem/passarem bases de dados sem a nossa permissão.
Na outra casa todos os contratos de água, luz e internet estavam em nome do G.
Nesta casa, como sou eu que tenho mais liberdade de horário, acabei por ser eu a tratar de quase tudo.
Mal fiz o contrato com a EDP recebi n telefonemas de uma empresa que vende serviços de internet (que começa por Z) para me tentarem vender o serviço.
Tendo em conta que a casa iria para obras disse que não estava interessada e que quando estivesse e se estivesse eu mesma entraria em contacto. Apesar de ter transmitido esta mensagem n vezes, ainda me conseguiram ligar para aí umas 10 vezes, algumas espaçadas de umas horas e outras de dias... Que nervos que já me estava a dar! Tanto repeti o mesmo que pararam de me ligar.

Como já referi aqui fomos ao IKEA e contratámos o serviço de recolha, transporte e montagem.
Como não seria eu a estar a casa para além do meu nº de telemóvel dei o nº da minha sogra.
Não é que no domingo, ao final do dia, ligaram para a minha sogra como se estivessem a falar comigo para tentar vender a mesma m**** de serviço?
A minha sogra passou-me o telefone, a sra. do outro lado ouviu um raspanete, quis desligar o telefone em 3 tempos e que eu tenha sido informada ainda não voltaram a ligar.
Mas que chatos, hein?

25 de fevereiro de 2011

:)

O meu marido, em principio, vai ter que ir e vir ao Porto na 2ªF.
Estava com algum receio não fosse o J. dar o ar de sua graça.
Ontem no médico, perguntámos se havia algum problema. O médico respondeu que durante a próxima semana ele pode ir e vir ao Porto todos os dias.

Esta noite tive um pesadelo, mas ao mesmo tempo foi espectacular.
Sonhei que o meu marido ía ao Porto fazer asneiras.
Ele ontem apercebeu-se que se calhar tinha de ir ao Porto para ir buscar um carro, nada mais do que isto. Só que claro, com o estado avançado da minha gravidez, não tinha muita graça ir e eu ligar-lhe a dizer que precisava dele cá... isto tudo por causa de um carro.
Assim, no meu sonho liguei tudo..
O G. não ía buscar um carro, mas um reboque que tinha um corpo (de um morto) lá dentro.
O colega tinha-lhe pedido ajuda para ocultar o corpo. E não sei a propósito do quê, tinha aceite.
Lembro-me de termos discutido e de eu ter dito que ele iria ser apanhado e que já estava a destruir a família e que o J. ainda nem tinha nascido.
Assim, sem mais nem menos, lembro-me de que o J. resolveu querer nascer. Só que em vez de se colocar no sítio certo, apareceu um alto na coxa. Um alto, onde se via lindamente todo o corpinho do J. (Devia ser para sair mais depressa...)
Entretanto, o J. percebeu que aquele não era o caminho e deu-nos tempo para chegar ao hospital. Aqui acordei.
Na verdade, o que retive, foi que o J. ainda não nasceu mas que já estava a zelar pela nossa família.
Foi um pesadelo misturado com sentimentos de ternura e amor. Ele ainda não nasceu e eu já gosto tanto dele.
Confesso que por um lado quero ter tudo pronto para o receber, mas por outro já gostava que ele estivesse aqui.