3 de novembro de 2010

2 de novembro de 2010

Estou muito felizzzzzzzzzzzz!
Pesa cerca de 460g!

29 de outubro de 2010

Não se esqueçam!

Na madrugada de domingo, os relógios devem atrasar uma hora quando forem 2h.
Hoje estava um belo dia para ficar em casa deitadinha no sofá com uma mantinha e a ver filmes sem fim!

28 de outubro de 2010

Artigo "Um recém-nascido em casa"

Na maternidade parece que estamos a viver um sonho. Um misto de cansaço e excitação. Visitas. Barulho. Conversa inacabadas. Gente à nossa volta. E o bebé quase sempre quieto e calado. Um anjinho, pensamos. Depois, chega-se a casa e é o choque. Admiramos as paredes como se fossem novas. Sentimos no ar algo de diferente. Reparamos no silêncio. Primeiro pensamento: que faço ao bebé? Se ele estiver a dormir o melhor é não fazer nada a não ser descansar. E, a partir de agora, a regra deverá ser esta: quando o bebé dorme, a mãe também dorme. Parece fácil de fazer, mas não é.
Nos primeiros dias, sob o efeito da adrenalina produzida no parto, achamos que somos super-mulheres e queremos fazer tudo. Depois, as pilhas parece que vão fraquejando e as forças desaparecem para parte incerta. A sério: todos os momentos são bons para deitar na cama ou sentar no sofá. A lida de casa que espere. As visitas que esperem (a não ser que se ofereçam para fazer o jantar). Toda a ajuda é bem-vinda. O melhor é assegurar-se durante a gravidez com quem poderá contar quando se sentir estafada, sozinha e incapaz. Procure entre a família, amigas, enfermeiras do centro-de-saúde, redes de apoio à maternidade. Nem que seja só para desabafar. Não demorará muito, o bebé desatará a chorar e a exigir. Porque tem fome, chichi, cocó, frio, calor, ou por outra razão que nem a mãe nem o pai descobrirão. Depressa somos engolidas por um novo ritmo. Mama. Arroto. Fralda. Colo. Embalo. Mais embalo. Pô-lo no berço. Vamos à casa-de-banho, bebemos um copo de água, aproveitamos para despachar mais qualquer coisa e aí está de novo o bebé a reclamar. A primeira noite (e todas as outras) é passada com um olho aberto e outro fechado. Será que ele está bem? Será que tem frio? Será que respira? No outro dia de manhã, continuamos incrédulas com a maravilha que é aquele pequeno ser que acabámos de pôr no mundo. E ainda custa a acreditar que tudo não passa de um sonho.
In www.paisefilhos.pt
Acredito plenamente que seja tudo isto, no entanto, não deixo de acreditar que é maravilhoso.

27 de outubro de 2010

Os meus sobrinhos...

O Pedro

A Inês
(vista de perfil a Inês é igualinha a mim quando tinha a idade dela...)

O Afonso
(não tenho/não pedi autorização para colocar a fotografia completa, por isso não coloquei..)

São tão lindos, não são?