29 de outubro de 2010
28 de outubro de 2010
Artigo "Um recém-nascido em casa"
Na maternidade parece que estamos a viver um sonho. Um misto de cansaço e excitação. Visitas. Barulho. Conversa inacabadas. Gente à nossa volta. E o bebé quase sempre quieto e calado. Um anjinho, pensamos. Depois, chega-se a casa e é o choque. Admiramos as paredes como se fossem novas. Sentimos no ar algo de diferente. Reparamos no silêncio. Primeiro pensamento: que faço ao bebé? Se ele estiver a dormir o melhor é não fazer nada a não ser descansar. E, a partir de agora, a regra deverá ser esta: quando o bebé dorme, a mãe também dorme. Parece fácil de fazer, mas não é.
Nos primeiros dias, sob o efeito da adrenalina produzida no parto, achamos que somos super-mulheres e queremos fazer tudo. Depois, as pilhas parece que vão fraquejando e as forças desaparecem para parte incerta. A sério: todos os momentos são bons para deitar na cama ou sentar no sofá. A lida de casa que espere. As visitas que esperem (a não ser que se ofereçam para fazer o jantar). Toda a ajuda é bem-vinda. O melhor é assegurar-se durante a gravidez com quem poderá contar quando se sentir estafada, sozinha e incapaz. Procure entre a família, amigas, enfermeiras do centro-de-saúde, redes de apoio à maternidade. Nem que seja só para desabafar. Não demorará muito, o bebé desatará a chorar e a exigir. Porque tem fome, chichi, cocó, frio, calor, ou por outra razão que nem a mãe nem o pai descobrirão. Depressa somos engolidas por um novo ritmo. Mama. Arroto. Fralda. Colo. Embalo. Mais embalo. Pô-lo no berço. Vamos à casa-de-banho, bebemos um copo de água, aproveitamos para despachar mais qualquer coisa e aí está de novo o bebé a reclamar. A primeira noite (e todas as outras) é passada com um olho aberto e outro fechado. Será que ele está bem? Será que tem frio? Será que respira? No outro dia de manhã, continuamos incrédulas com a maravilha que é aquele pequeno ser que acabámos de pôr no mundo. E ainda custa a acreditar que tudo não passa de um sonho.
In www.paisefilhos.pt
Nos primeiros dias, sob o efeito da adrenalina produzida no parto, achamos que somos super-mulheres e queremos fazer tudo. Depois, as pilhas parece que vão fraquejando e as forças desaparecem para parte incerta. A sério: todos os momentos são bons para deitar na cama ou sentar no sofá. A lida de casa que espere. As visitas que esperem (a não ser que se ofereçam para fazer o jantar). Toda a ajuda é bem-vinda. O melhor é assegurar-se durante a gravidez com quem poderá contar quando se sentir estafada, sozinha e incapaz. Procure entre a família, amigas, enfermeiras do centro-de-saúde, redes de apoio à maternidade. Nem que seja só para desabafar. Não demorará muito, o bebé desatará a chorar e a exigir. Porque tem fome, chichi, cocó, frio, calor, ou por outra razão que nem a mãe nem o pai descobrirão. Depressa somos engolidas por um novo ritmo. Mama. Arroto. Fralda. Colo. Embalo. Mais embalo. Pô-lo no berço. Vamos à casa-de-banho, bebemos um copo de água, aproveitamos para despachar mais qualquer coisa e aí está de novo o bebé a reclamar. A primeira noite (e todas as outras) é passada com um olho aberto e outro fechado. Será que ele está bem? Será que tem frio? Será que respira? No outro dia de manhã, continuamos incrédulas com a maravilha que é aquele pequeno ser que acabámos de pôr no mundo. E ainda custa a acreditar que tudo não passa de um sonho.
In www.paisefilhos.pt
Acredito plenamente que seja tudo isto, no entanto, não deixo de acreditar que é maravilhoso.
27 de outubro de 2010
Para começar bem o dia já pisei alcatrão húmido, já sujei as calças (que por acaso até são as novas!) e a cadeira do trabalho.
Já tentei tirar o alcatrão com os meios que aqui tenho disponiveis, mas sem sucesso.
Amanhã lá terei de trazer o SuperGel para dar aqui uma limpeza..
É sempre bom para começar o dia!
25 de outubro de 2010
Preocupações de mãe
As preocupações de mãe já começaram...
Todos os dias me pergunto se o/a bébé estará bem... coisa que acredito plenamente que sim, pelo menos, não há nada que me leve a pensar o contrário..
E de repente, na 6ª feira lembrei-me da escolinha... lá telefonei para escola para saber quando podia fazer a pré incrição. Foi-me dito "Já!" Claro que os questionei, ainda não sei o sexo do bébé e quanto ao nome temos assim umas ideias, daria para inscrever na mesma? A resposta foi afirmativa.
Hoje de manhã lá fui eu para a escolinha fazer a pré-inscrição do meu filhote...
Ainda nem nasceu e os pais já estão a pensar na escola... puxa... pensando bem, a escola é "uma coisa" que nunca mais acaba! ;)


