25 de janeiro de 2008

Ainda bem que hoje é 6ª Feira e que são quase 18h30...
Estou desejosa de entrar no fim-de-semana... esta semana custou tanto a passar...

Capturando o vento

Achei que estava muito giro e resolvi partilhar com voçês. ;)

24 de janeiro de 2008

A semana do cancro do colo do útero está a dar cabo de mim...
São tantas reuniões e tantos congressos...tanta coisa para fazer.

23 de janeiro de 2008

Operação STOP

Ontem, pela primeira vez, fui mandada parar numa operação STOP.
Nunca achei assim muita graça a operações STOP e indo a que velocidade vá, sempre que os vejo acabo por reduzir a velocidade.
O Sr. Agente mandou-me encostar. Lá encostei, e a sua primeira abordagem foi: “Boa noite. Os seus documentos e dos da viatura.” Enquanto tirava as coisas da carteira, foi verificar os dísticos que estão colados no vidro (Inspecção, selo e seguro).
Logo de seguida veio ter comigo e pediu-me o BI e a carta de condução, enquanto lhe dava os documentos perguntou-me “A Sra. vai com pressa?”, óbvio que lhe respondi que não… (eu não ía em excesso, só que como ele me viu reduzir, deve ter achado que sim…
Ao analisar os meus documentos, disse-me “A sua carta é válida até aos 50 anos, por isso a Sra. aos 49,5 vai ter que a renovar.” Voltou-me a dar os documentos e disse “Boa noite.” Perguntei se não queria ver os documentos do carro, ao que me respondeu “Não. Pode seguir.”
Achei uma operação STOP um bocado estranha, nem saí do carro, não me pediu para ver nada... e achei ridículo o seu comentário no que diz respeito à carta de condução. Acho muito bem que existam operações STOP, pois só assim se podem apanhar casos que de outra maneira não seriam apanhados. Enfim… e assim foi a minha primeira experiência com a policia… claro que daqui retirei uma coisa… não abrandar, senão, de certeza que me mandam parar!

21 de janeiro de 2008

Expiação


Expiação traz para o cinema o romance homónimo de Ian McEwan, sobre o amor de dois jovens (Keira Knightley e James McAvoy) na Inglaterra da década de 30. São de classes sociais diferentes (ela vive num palácio, ele é o filho da governanta), e nunca expressaram os seus sentimentos um pelo outro, até que um encontro fugaz numa biblioteca consuma a sua paixão. Só que a noite em que se encontram é a mesma em que eles se separam, devido a uma acusação infame de pedofilia. Ele vai preso e só é solto devido ao eclodir da Segunda Guerra Mundial; ela promete esperar por ele e abandona o palácio dos pais para se dedicar à enfermagem.
Contado assim, este parece um melodrama mais ou menos convencional. Mas é só impressão. McEwan não é um escritor convencional e Joe Wright faz questão de trabalhar os seus materiais melodramáticos da forma mais engenhosa possível. E tudo ali é virtuosismo: a forma (extraordinária) como a música se encadeia com a acção; os diversos ‘flashbacks’ com a câmara a transmitir os olhares divergentes das personagens sobre o mesmo acontecimento; o enorme (e magnífico) plano-sequência em Dunquerque.
Já o fui ver, apesar de ter achado o filme um pouco confuso, gostei. Mas a cima de tudo, gostei bastante da banda sonora.

17 de janeiro de 2008


Não se entende!

Há certas coisas que se passam nos nossos hospitais que não consigo entender…
Ontem o meu sobrinho teve que ir fazer uns exames de audição.
A primeira coisa que foi pedida aos pais era que o Pedrocas estivesse a dormir, se não, não poderia fazer um dos exames.
O Pedro adormeceu na viagem mas mal foi colocado na marquesa para fazer o dito exame despertou… óbvio, não? Como é que se mantém uma criança a caminho dos 8 meses a dormir durante não sei quanto tempo e ainda por cima com pessoas a mexerem-lhe. Claro que este exame ele não fez… Hoje foi lá de novo… vamos lá a ver como correu!
Para além deste exame, o Pedrocas fez mais dois… num deles estava sentado ao colo do pai, enquanto que uma médica fazia barulho com rocas ou tambores, fora do campo de visão, para ver se ele virava a cabeça e se reagia aos sons… Mais uma vez, como há-de reagir uma criança a estes sons, se há outros que fazem muito mais barulho, como por exemplo, o som de partir paredes… pois…era isso mesmo que estava a acontecer… Muito perto da sala onde estava a ser realizado este exame estavam a partir paredes?!?
E finalmente fez o terceiro, o mais normal deles todos… introduziram-lhe nos ouvidos um aparelhinho qualquer para verem os níveis de audição… este exame deu um resultado óptimo!
Não se entende como é coisas destas podem acontecer! (Claro que se entende…estamos em Portugal!)