12 de outubro de 2007

Fim-de-semana em grande

Este fim-de-semana vai ser repleto de eventos sociais.
No sábado vou ter um casamento e no domingo vai ser o baptizado do meu querido sobrinho e futuro afilhado.
Ainda bem que prevêem sol para o fim-de-semana pois casamentos e baptizados com chuva (apesar de se dizer que são abençoados) temos que convir que não é muito agradável!
Espera-me um grande e longo fim-de-semana!

11 de outubro de 2007

Chegou o Outono regressam as castanhas!

Apesar do clima estar bastante mais quente do que é normal nesta altura do ano, o Outono já chegou! E com ele vêm as castanhas.
Este ano ainda não comi mas já cá tenho em casa algumas para poder saborear…
Devo ser que estas são especiais pois foram apanhadas por alguns dos meus tios e primas na casa que temos em Alvarenga.

A Vila Guiomar é uma quinta da família que transforma-mos também em Turismo Rural para podermos partilhar com outros o quão bela esta quinta é, e proporcionar-mos também momentos de sossego ás pessoas que por ali passam! Apesar de ser uma quinta sossegada existem diversas actividades que se podem fazer por perto.
É um óptimo programinha de fim-de-semana prolongado!

9 de outubro de 2007

Novo Livro

Aclamado pela crítica e comparado a Graham Greene ou John Le Carré, correspondente da United Press International no Médio Oriente e produtor executivo do programa Cross Fire da CNN em Washington, Daniel Silva trocou o jornalismo político pelos romances de espionagem e revelou-se um herdeiro de primeira água dos grandes clássicos da intriga internacional.
Depois de ter lido o Príncipe de Fogo, que gostei bastante, este fim-de-semana resolvi pedir este livro emprestado. Já o comecei a ler e também estou a gostar bastante.
Aqui fica a sinopse
O Confessor, parte de uma “trilogia acidental sobre o tema inesgotável do Holocausto” (Daniel Silva), encena uma crise na Igreja Católica, questiona a conivência do Vaticano com as atrocidades cometidas pelo regime Nazi, e inicia-nos nos meandros da vida dupla de Gabriel Allon, talentoso restaurador de arte e ex-agente dos Serviços Secretos de Israel. A história cruza as vidas de três personagens emblemáticas: um Papa que pretende revolucionar a Igreja e abrir os arquivos do Vaticano; um assassino a soldo que é um mito na história do crime europeu; um anti-herói obcecado com a ideia de vingança e empenhado em restabelecer a verdade.

1 de outubro de 2007

Andava aqui nas arrumações e descobri o livro do fim do secundário, do ano lectivo de 1999/2000...

Baixinha e discreta
Refilar é mania
Tem cara de boneca
Esta é a nossa Maria

Sempre de L&M na mão
Passa a vida assustada
O telemóvel é paixão
Anda sempre "ligada"

A night é com ela
Com as tias na Kapital
No corte e costura, é bela
Mas não faz por mal

Nas aulas perde a postura
Se alguém a chateia
Mas logo fica na pura
E a fúria remedeia

Amiga dos seus amigos
Com ela podemos contar
Os seus conselhos são sentidos
Esta miúda é de encantar.

Quem os viu e quem os vê!


30 de setembro de 2007

Praça da Figueira

Na 6ª feira tive que me deslocar à Baixa por causa do Baptizado do meu sobrinho e afilhado.
A minha cunhada resolveu estacionar o carro no parque de estacionamento da Praça Figueira visto que este era o parque de estacionamento mais próximo do local para onde precisávamos de nos deslocar.
Depois de muito procurarmos lugar encontramos um, no piso -3, resolvemos estacionar. Como estávamos na companhia do Pedro, resolvemos procurar o elevador, pois subir escadas com o carrinho não dava lá muito jeito.
Entramos no elevador e reparamos que só ia até ao piso -1, por momentos chegamos a pensar que quem construiu o parque chamou ao piso térreo -1.
Quando chegamos ao piso -1 apercebemo-nos que ainda estávamos dentro do parque de estacionamento, como não encontrávamos outro elevador (só escadas), resolvemos ir perguntar a um funcionário do parque como é que podíamos ir lá para fora sem ser de escadas, ao que nos foi respondido que teríamos que sair pelo mesmo sitio que os carros!
Assim foi, o senhor veio ao nosso lado e acompanhou-nos até chegarmos ao passeio, disse-nos ainda que quando voltássemos teríamos que fazer o mesmo percurso.
Pude detectar que o parque tem daqueles lugares reservados para pessoas portadoras de deficiência, grávidas e pessoas acompanhas por crianças de colo (mais tarde vim a saber que estes lugares são obrigatórios)… mas o que não consegui entender é como é que um parque tem destes lugares e depois não se preocupa minimamente com o acesso destas pessoas à rua… Como é obvio um elevador a funcionar até ao piso -1 e umas escadas até ao piso térreo não são solução. Imaginemos que eu não estava com a minha cunhada e que ela tinha mesmo que subir as escadas… como é que ela subia tendo com ela o Pedro e o carrinho? Ao mesmo tempo lembrei-me de uma pessoa portadora de deficiência em que o seu meio de mobilidade era uma cadeira de rodas, como é que ela subia a escadas? Impossível.
Depois do que nos aconteceu constatei que a única forma que se tem de sair dali sem escadas é mesmo pela passagem dos carros… em primeiro lugar, apesar de ser uma saída de um parque de estacionamento em que os carros vêm devagar, pode haver alguém distraído e ainda por cima tem uma ligeira curva o que impossibilita os condutores de verem os carros. Por outro lado, apercebi-me que aquela saída é demasiado íngreme para alguém que precise de uma cadeira de rodas, podem crer que não conseguem subir aquela “rua” sozinhos.
Na minha opinião além de os lugares de estacionamento serem obrigatórios deveriam também ser obrigatórios acessos fáceis de saída e de entrada nestes parques.
Fiquei imensamente indignada, como é que é possível que nos dias de hoje não haja qualquer preocupação sobre a mobilidade destas pessoas, sejam eles, pessoas portadoras de deficiência ou bebés.