23 de julho de 2007

Uff...até que enfim!

Terminei hoje meu curso! ;)
Agora umas pequenas férias merecidas e depois mundo do trabalho....aí vou eu! ;)

The wheels of life

20 de julho de 2007

Biblioteca Nacional

Ontem tive uma experiência um bocadinho diferente daquilo que estou habituada…
A minha avó gostava muito de publicar a sua tese de licenciatura… que já a escreveu há uns aninhos…em 1953.
No ano passado, por esta altura, coube-me a mim passar a tese a computador… entretanto foi tendo contactos para ver se publicava a dita tese.
Como já se passou um ano e nada foi feito, o meu avô “recrutou-me” para verificar as referências bibliográficas…
Depois de ter pesquisado na Internet diversas bibliotecas (encontrei um site muito porreiro, os das Bibliotecas Nacionais do Mundo), para ver se encontrava o que precisava (e encontrei mesmo, só não encontrei dois livros que foram publicados em 1745 e 1763…acho que é obvio!) Lá me dirigi para a Biblioteca Nacional para conferir as citações.
Aceito que a Biblioteca Nacional tenha de fazer um controlo de quem consulta livros, mas achei que foi demais.
Mal entrei, um segurança perguntou-me o que queria e depois de ter respondido pediu-me o B.I. e preencheu um papel.
Logo a seguir, outra senhora perguntou-me o que queria, voltei a repetir e a sra. abriu uma portinhola e disse-me para me dirigir ao cacifo para lá deixar tudo, excepto os papéis que levava, o estojo e a carteira.
De seguida, tive de me dirigir a um balcão onde tive de fazer um cartão de acesso à Biblioteca, onde tive que dar todos os meus dados e dizer outra vez porque estava ali.
Depois de ter feito o cartão e ter pago, disseram-me para ir para a sala de consulta, como já tinha as cotas dos livros que queria, tive de preencher um formulário para cada obra que queria consultar.
Enviaram-me logo de seguida, para a sala de leitura, onde se é recebido por uma senhora, que nos marca um lugar para nos sentarmos e aí entregamos os tais formulários (só podemos consultar três livros de cada vez). Depois deste processo a Sra. diz-nos que nos podemos sentar.
Ao estarmos sentados nos nossos lugares esperamos cerca de 5 a 10 minutos que nos tragam os livros que pedimos… se for necessário, consultar mais livros, temos que ir de novo entregar os formulários e esperar outra vez 5 a 10 minutos que nos tragam os novos livros… um bocadinho seca devo dizer-vos!
Depois da consulta, entregamos noutro balcão os livros e outra senhora, pergunta-nos onde estávamos sentados e confere se estão os livros todos e se correspondem aquilo que pedimos, pergunta-nos ainda se nesse mesmo dia voltamos lá ou não.
E só a seguir podemos ir embora.
Aconselho a quem quiser lá ir, que antes de ir procure no site da biblioteca se esta possui os livros que querem consultar e quais as suas cotas, eles têm lá computadores que permitem fazer esta pesquisa mas normalmente estão cheios e é mais um bocadinho de tempo que perdem… ah, é verdade, só podem consultar até 12 livros por dia!
Mas preparam-se vão ter que se identificar algumas vezes!
Sei que têm que ter controle sobre as pessoas que lá entram e sobre os livros que são consultados… mas achei um bocadinho de mais, perguntaram-me “n” vezes o que estava lá a fazer bem como me pediram o B.I duas vezes e o cartão da Biblioteca uma… Ou seja, ontem por uma manhã na Biblioteca Nacional tive que me identificar três vezes! Um bocadinho exagerado, não?!

18 de julho de 2007

O que inventam…

Segundo o Portal do Marketing “Foi elaborado um novo casaco com componentes electrónicos, capaz de carregar iPods e telemóveis com energia solar, uma peça do estilista italiano Ermenegildo Zegna."
O casaco "Solar Jacket" foi desenvolvido por uma empresa alemã e tem dois módulos que convertem a energia solar em electricidade, sendo transportada para uma bateria capaz de carregar directamente um aparelho electrónico.
Ficava muito menos espantada se esta invenção partisse dos chineses, mas partiu dos alemães o que me surpreende ainda mais!
Sinceramente, cada vez entendo menos o mundo em que vivemos…
As novas tecnologias avançam a velocidade cruzeiro e nós aqui ficamos a assistir a estas mudanças.
Claro que mais tarde ou mais cedo “sentimos a necessidade” de adquirir esses produtos, como é o exemplo do computador (que hoje já nada se faz sem ele) ou o mais flagrante… o uso do telemóvel…. Hoje já não há quem não tenha…muitos até têm mais que um!
Agora um casaco que carrega baterias de telemóveis e iPods é algo incrível… mas será que as pessoas não podem carregar as baterias destes equipamentos nos locais habituais? Será que sentem mesmo a necessidade de vestir um casaco que, enquanto andam na rua, seja capaz de os carregar?!
Realmente, este mundo onde vivemos é cada vez mais estranho!

17 de julho de 2007

Foi um momento

Acabei de ler este poema de Fernando Pessoa que não conhecia e achei-o lindo. Aqui fica:
"Foi um momento
O em que pousaste
Sobre o meu braço,
Num movimento
Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão
E a retiraste.
Senti ou não ?

Não sei. Mas lembro
E sinto ainda
Qualquer memória
Fixa e corpórea
Onde pousaste
A mão que teve
Qualquer sentido
Incompreendido.
Mas tão de leve !...

Tudo isto é nada,
Mas numa estrada
Como é a vida
Há muita coisa
Incompreendida...

Sei eu se quando
A tua mão
Senti pousando
'Sobre o meu braço,
E um pouco, um pouco,
No coração,
Não houve um ritmo
Novo no espaço ?
Como se tu,
Sem o querer,
Em mim tocasses
Para dizer
Qualquer mistério,
Súbito e etéreo,
Que nem soubesses
Que tinha ser.

Assim a brisa
Nos ramos diz
Sem o saber
Uma imprecisa
Coisa feliz."
Já não lia Fernando Pessoa, desde o secundário, claro que não é algo para se ler todos os dias, mas um poeminha de vez enquando, não faz mal a ninguém e até nos faz bem para ficarmos a conhecer a obra deste grande poeta! ;)

16 de julho de 2007

Passeio pela Serra de Sintra

A nossa ideia de hoje era irmos até à praia… Ainda pusemos o pé na rua preparadíssimos para tal, mas 1 minuto depois achamos melhor não ir…estava mesmo a preparar-se para chover.
Resolvemos então, ir dar um passeio! Já que em casa não era definitivamente aquilo que apetecia.
Começamos a pensar onde haveríamos de ir… e lembramo-nos porque não ir até ao Cabo da Roca?!
Dirigimo-nos para lá, mas entretanto começou a chover…começou o nevoeiro… não conseguimos ver nada…nem chegamos a sair do carro…
Continuamos o nosso passeio e fomos em direcção à Praia da Adraga que é muito bonita… mas o tempo não ajudou… saímos do carro mas com chapéu de chuva…
Depois fomos em direcção à Praia das Maçãs, mas como não havia lugar para estacionar continuamos o nosso passeio!
Passámos pelo Pé da Serra e ás tantas como tínhamos no carro as sandes que íamos levar para a praia no carro, resolvemos comê-las para podermos continuar pois a fome já era muita e restaurantes nem vê-los!
Começamos a subir a serra, sempre com nevoeiro… as estradas até metiam medo… parecia que estávamos a entrar num filme de terror… passámos pelo Parque de Monserrate, pela Quinta da Regaleira (onde faço questão de ir um dia!), por Seteais, pelo Palácio da Pena, onde pensamos em parar, mas os estrangeiros eram imensos e o frio era muito e resolvemos rumar em direcção em Lisboa…
Foi um passeio muito bonito, mas se não estivesse a chover e não fizesse nevoeiro, não tenho dúvidas que teria sido muito melhor e que tinha dado para passear pelo meio daquela serra que nestes dias mete medo!
Ficará certamente para uma próxima vez! ;)
(As fotos não são minhas, foram retiradas da net... isto é para depois não ouvir "bocas")

13 de julho de 2007

O Pedrocas

Hoje fui mais uma vez solicitada para tomar conta do meu sobrinho.
Aquele miúdo é um querido, parece um boneco... sempre tão calminho!
Já há um tempo que uma pessoa me disse "os sobrinhos é como se fossem também um bocadinho nossos filhos"... na verdade sinto que é mesmo assim... Gosto imenso de estar com ele, estou sempre preocupada em saber se está bem, não me importo nada de lhe dar o leite ou mudar a fralda!
Ele ainda é muito pequenino mas já pedi aos pais, para quando for maior vir passar uns dias com a tia!
Apesar de ter muitos primos, nunca tinha acompanhado tão de perto um bébé tão pequeno...é tão giro vê-lo a dormir, vê-lo a esperguiçar-se e a fazer boquinhas!
Depois da minha cunhada ter feito aquilo que precisava fomos almoçar a uma esplanada em frente ao rio, na companhia do Pedro, claro! Que se portou lindamente e que só choramingou quando sentiu um bocadinho de calor... mas quando foi retirado da cadeira, acalmou e adormeceu num instante! ;)
Cunhadinha, obrigada pelo almoço e pela companhia...gostei muito! Já sabes sempre que precisares, esta tia fica com o pequenote!